Arquivo do mês: outubro 2011

O tom é que gera a música

Quando os alunos em outros países, por exemplo, na Espanha ou na França, têm de escolher entre alemão ou outra língua estrangeira, eles escolhem com frequência a outra língua. Alemão não é a língua mais apreciada. E quando se pergunta por que isto é assim, ouve-se frequentemente que o alemão não é fácil. Muita declinação, muitos gêneros, muitas regras, muitas exceções. Isto assusta! Entre os preconceitos sempre citados sobre a língua alemã está também a alegação de que ela não soa bonito. Mas quem se ocupar um pouquinho mais com a língua alemã, vai descobrir uma beleza maravilhosa, vigorosa, na harmonia das sílabas. Como em todas as línguas, depende de quem a fala – e como. O tom é que gera a música.

Fabiana de Oliveira, professora de Alemão e Inglês

Working Title

Found on pappy´s tumblr.

Mehr Hirn, mehr Poesie

Wer Texten vorwirft, dass er sie nicht versteht, wirft nun einmal zunächst sich selbst etwas vor. Was kann ein Text für das Lesevermögen seiner jeweiligen Leserinnen und Leser? Sicherlich gibt es Texte, deren Inhalt und Güte sich nur jenen erschließen, die über eine gewisse Leseerfahrung und Bildung verfügen – und über die Frage, ob dies so sein muss, lässt sich streiten. Dies jedoch ist nicht der Kern des Vorwurfs, der Jahr um Jahr gegen komplexe Texte allgemein und gegen Lyrik insbesondere vorgebracht wird. Diejenigen, die nicht bereit sind, sich mit einem kurzen Text länger zu befassen, als die reine Erfassung der Buchstaben braucht, machen Texten zum Vorwurf, dass sie sie nicht verstehen oder nicht verstehen wollen. Sie werfen einem Text somit vor, dass er Arbeit macht.

Jörg Sundermeier