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Fading away …

fading away
Via The Meta Picture

Virtueller Spickzettel

Durch mich fließt ein nicht abreißender Info-, Anreißer- und Teaser-Strom, der mein früheres Halbwissen durch ein Fake-Wissen ersetzt hat: Überall rede ich mit, denn das Internet, insbesondere der Social-Media-Feed, ist ein fortlaufender, sich ständig selbst aktualisierender Spickzettel.

Hauptsache, man gibt seinen Senf dazu. Selbst zu Dingen, die man nicht kennt…

Sobre a falta do olhar alheio …

Nosso cérebro está adaptado para interagir face-a-face com os outros – nesse tipo de conversa recebemos uma série de informações em tempo real, se estamos agradando, se a pessoa está brava, triste, feliz, e assim ajustamos o conteúdo e também a forma de nosso discurso de forma automática e inconsciente. Isso não apenas porque queremos agradar, mas também porque ver o sofrimento do outro nos incomoda, refreando certos impulsos. Quando não temos esses freios sociais, funcionamos – em parte – como os verdadeiros psicopatas. Essas pessoas têm dificuldade para reconhecer adequadamente as emoções negativas nas expressões faciais; e são incapazes de sofrer quando vêem alguém sofrendo, por carecerem de empatia. Ora, nas redes sociais somos todos assim: não vemos as expressões de nossos interlocutores, tanto pela invisibilidade como pela assincronia do diálogo. E sem esse feedback, não sofremos com a dor alheia, já que não a testemunhamos diretamente.

Creio que essa é a grande razão para tantas pessoas assumirem atitudes antissociais diante de uma tela e um teclado, …

Trecho do artigo: “Psicopata é você!” Vale a pena ler por inteiro.

Heinz Erhardt Reloaded

Täglich fließt die Timeline fort.
Von hier nach dort, zu keinem Ort.
Sie steht nie still, auch sonntags nicht
und wenn’s mal in der Birne sticht,
kann man was posten, gar verfassen.
Man kann’s aber auch bleiben lassen.

Täglich fließt der Bach durchs Tal.
Mal fließt er breit, mal fließt er schmal.
Er steht nie still, auch sonntags nicht,
und wenn mal heiß die Sonne sticht,
kann man in seine kühlen Fluten fassen.
Man kann’s aber auch bleiben lassen.
(Heinz Erhardt, “Der Bach”)

Predictions for Privacy in the Age of Facebook (from 1985!)

Mark Zuckerberg wasn’t even a year old when a graduate student foresaw the emergence of online personal profiles:

The ubiquity and power of the computer blur the distinction between public and private information. Our revolution will not be in gathering data — don’t look for TV cameras in your bedroom — but in analyzing information that is already willingly shared.
[…]
Without any conspiratorial snooping or Big Brother antics, we may find our actions, our lifestyles, and even our beliefs under increasing public scrutiny as we move into the information age.
[…]
Soon celebrities and politicians will not be the only ones who have public images but no private lives — it will be all of us. We must take control of the information about ourselves. We should own our personal profiles, not be bought and sold by them.

Lawrence Hunter, 1985

Quotes found in Matt Novak’s article on Smithsonian Magazine. Worth reading.

Was treibt Ihr eigentlich auf Facebook?

Ach, Ihr seid “post privacy“? Kinder, jedes mal wenn ich künftig diesen Blödsinn höre, erschieße ich ein Küken. Das hat der Herr Zuckerberg nämlich extra für Torfsammler wie Euch erfunden. Das ist nicht cool und nicht Kult, hat weder Hand noch Fuß, sondern ist ein dreister PR-Gag, mit dem Millionen dazu gebracht werden sollen, ihr Innerstes nach außen zu kehren, damit andere das zu Geld machen. Ihr seid der Schlachtabfall, aus dem Facebook sein berühmtes Hundefutter produziert. Dabei könnt Ihr die Hunde nicht einmal leiden, die sich diese Leckerlis schmecken lassen. Ihr würdet sie sogar fürchten, hättet ihr euer Hirn nicht gleich mit in den Fleischwolf geworfen.

Und, springt der Reflex schon an? “Alles Blödsinn”? “Gequatsche eines Gestrigen”? “Man kann ja doch nichts machen”? “Es sind doch alle da”? “Ich habe nichts zu verbergen”?

Klickstdu hier oder hier.

Kognitive Dissonanz

“Toll, alle meine Freunde, ich bin vernetzt und beliebt. Doof irgendwie, mit dem Datenschutz, aber naja, die anderen machen das doch auch. Hey super, die Susi hat mir was geschrieben. Gesichtserkennung, hm, vielleicht ja ganz witzig, aber irgendwie fühl ich mich auch unwohl damit. Oh guck mal, der Tobi macht ne Party! Mensch, wolltet ihr mir nicht beim Umzug helfen, wo wart ihr denn? Och nö, schon wieder so ein Stalker, was kann man denn da machen? Hehe, witzig, was da jemand wieder gepostet hat, like ich doch glatt mal. Mann, die Werbung geht mir langsam echt auf den Sack, ich dachte, die wär personalisiert?! Ich bin ganz freiwillig hier, es ist meine eigene Entscheidung. Aber wenn ich den Account zumachen würde, würde ich schon Bekannte verlieren, und würde auch gar nicht mehr mitbekommen, was los ist. Ekliger Typ eigentlich, dieser Zuckerberg. Hey, die Susi hat Fotos gepostet, richtig schöne! Oh, schon halb fünf?!”

Der sanfte Facebook-Totalitarismus, aber ganz freiwillig, nur ein ganz bisschen Gruppendruck.

Auszug aus einem Kommentar von “rarara”, Juni 2011

Argumentos para deletar sua conta no Facebook

(Nada copiado da net mas um resumo individual … )

À primeira vista, o facebook é bem prático: você pode navegar, deixar comentários, bater um papo, fazer upload de fotos e vídeos, e ficar horas e horas por aí, viajando pelos perfis de outros. Mas, no fundo, tudo isso é um grande desperdício de tempo. Será que realmente vale a pena?

Na minha opinião, a maioria das informações que você encontra nos murais e nas fotos não passa de algo pitoresco ou até mesmo brega.

Quanto à função de comentários: prefiro me comunicar com as pessoas de que gosto por e-mail, messenger ou telefone. Na melhor das hipóteses, eu as encontro em um evento qualquer para falar com elas pessoalmente. E as fotos? Sejamos sinceros: aquelas fotos de festas e festinhas, de viagens e viagenzinhas, de comidas e comidinhas, de gatos e gatinhas são cansativas, causam mais do que tédio. Nem falar das inúmeras imagens de auto ajuda, nem falar das polémicas políticas visuais, sem contexto algum. Realmente duvido se adiante comentar, ou “compartilhar”, ou “curtir” algo assim. Mas, caso você seja um fotógrafo amador, querendo publicar fotos individuais de verdade, eu considero sites como flickr ou picasa uma opção bem mais adequada.

Tudo bem – seja como for – fora isso, você ainda poderia usar o facebook somente como ferramenta de comunicação ou de planejamento de eventos, correto? Bom, acontece que essa plataforma virtual é uma tentativa séria de monopolizar e centralizar a comunicação on-line. Nesse ramo, ela já eliminou muitas formas de diversidade virtual que existiam antes de ela mesma se tornar popular. Também se trata de uma máquina gigantesca de publicidade dirigida, sem mencionar que é uma fonte de dados incrivelmente rica para empresas de marketing, corporações, instituições de pesquisa e controle público. Usando somente uma plataforma, você facilita para ela a obtenção de dados, em vez de usar sites pessoais múltiplos, servidores ou clientes de e-mail particulares e de diferentes tipos de empresas. No segundo caso, seus dados pessoais não serão tão fáceis de acessar, analisar e abusar.

Mas, por que você deveria precisar de tanta privacidade? Talvez nem precise mesmo! Aliás, sem querer soar assombroso ou instigar teorias de conspiração, por favor considere que o tal facebook é um sistema que, em mãos erradas, é capaz de monitorar pessoas e empregar formas de censura. Quanto mais importante uma rede social como essa se torna, mais dependente seremos dela para fornecer informações aos outros, contatar amigos, trocar ideias e tudo mais. No fundo, se trata somente de um recurso gigantesco, não somente para empresas, mas também para outras instituições obterem dados com a intenção de não apenas analisar mas influenciar a opinião pública.

Por falar nisso:

Delete a conta – caso meus argumentos tenham sido convincentes – use seu e-mail, use outros aplicativos de chat e sites para se comunicar, para expressar a sua opinião, para divulgar fotos ou o que mais você desejar.

Caso tudo acima não tenha sido convincente, sugiro que pesquise as configurações da sua conta e que a use com cautela e moderação.

Offline 1

Notiert am 05.06.2010

Auf einer kleinen überdachten Veranda an diesem angenehm kühlen, verregneten Samstag die großblättrigen subtropischen Gewächse eines Gartens zu bewundern, der ständig von urwüchsiger Mata Atlântica “bedroht” wird, und dabei einen Laptop ohne Internet-Zugang auf dem Schoß zu haben, ist eine klärende Erfahrung. Der Laptop wird zur Schreibmaschine, der Schreiber ist kein Blogger, Tweeter, Forist, Surfer, sondern ein Individuum ohne virtuelle Resonanz, ohne “Öffentlichkeit”, ohne das mögliche, aber nicht unbedingt wahrscheinliche Feedback anderer, also ohne den “Spiegel”, den er sich selbst laufend vorhält, wenn er sich einloggt.

Wäre unser Ego nicht so gestrickt, dann würde es vieles im Internet nicht geben: so viele sinnlose Posts, so viele blödsinnigen, nichtssagenden Kurz-Kommentare auf Twitter oder Facebook, oder wo auch immer. Und dieser Text ist halt auch nicht so, wie er wäre, wenn es sich um eine persönliche Tagebuch-Notiz handeln würde; er verschwindet nicht in einer Schublade: jene dubiose Öffentlichkeit, die mir in diesem zauberhaften Augenblick mangels einer nicht vorhandenen Internet-Verbindung “versagt” ist, beeinflusst genau eben das, was ich gerade schreibe. Schließlich nehme ich die “Schreibmaschine” morgen mit nach Hause, um das “hässliche analoge Entlein” wieder in einen “digitalen Schwan” verwandeln zu können. Oder so ähnlich …

Kurz: ja, ich bin eitel! Ich poste nicht nur, weil ich gerne schreibe, sondern eben auch deshalb, weil ich mir wünsche, dass andere lesen mögen, was ich hier gerade herunter tippe.

Machen wir uns nichts vor: welchen anderen Sinn könnte ein Blog haben?

Goodbye Facebook!

It’s been a couple days since I’ve deleted my Profile on Facebook. Now, if you like Facebook you might ask yourself: “That’s weird! Why could he have done that?” Or you are from Brazil and think: “Facebook? Hum. What am I supposed to do there? All my friends are on Orkut!”

Well, l live in Brazil and so I wasn’t able to “avoid” Orkut, socially spoken. At that time it’s been highly recommended by a friend, so I gave it a try, more than one – to be honest. Finally, I quit for real. I quit insisting on searching, reading and posting in forums, sending scraps or reading some kind of personal marketing from people I never met in real life.

I made up my mind and left. Not just that. I did something stupid. I wrote an email to my virtual friends, trying to explain why. Can you imagine that? Nobody answered, of course. They might think I’m crazy. How could I’ve been so naive?

After a while, I kind of missed something. I felt so lonely (am I just kidding?). So I joined Facebook, “connecting” to some friends (most of them were people I already knew), hanging around for a while, checking out some apps, reading stupid comments like “Filipe is Rumpelstielzchen” or that someone “poked” another person, doing some research on communities and – got bored.

“This is worse than Orkut!” I thought – facing an overdose of political correctness. A lot of smiling faces posting a lot of fotos with smiling faces. Comparing to Orkut, Facebook is the peak of indifference. No real issues but a lot of visual pollution and apps you don’t need. In my opinion, the concept of Orkut is better. By the way:  “Dear folks from Orkut! We had some good chats! I give you that!”

Now, I’m out. After all, I did not “leave” real people. I just quit participating on a virtual platform. That’s a difference, do you agree? I hope so. And, with reference to the people I “knew” on Orkut and Facebook I’d like to tell you something:

I’ve got their phone numbers and email-adresses.

Anyway, since then, I’m almost convinced that a lot of so called social networks are a waste of time. They might be useful if you’re looking for someone you haven’t met for years and whose personal contact information is lost. Or, maybe you’re looking for a date – desperately, after all?

That’s not my point.

My point is that – in the end – this whole social network thing is giving just one clear message:

I am here! I do exist!

That’s it.

It’s not: “How are you?” / “What have you been doing since we’ve met?”
(If we ever met at all…)

You think that’s unfair? You might be right. People ask these questions and use those networks for gossip and news, to post their ideas, to show how fantastic, marvellous, sexy, tough, cool or intelligent theye are, and so on … That’s human and quite understandable.

But, I beg your pardon for insisting: the main issue is still to be present, to show up – for whatever reason. Those sites give you the impression that you’re missing something if you are not a part of it. Once you’re in they got you! You better think twice about leaving. You got used to it. You need it!

Why is that?

Well, maybe because:

Social network sites risk infantilising the mid-21st century mind, leaving it characterised by short attention spans, sensationalism, inability to empathise and a shaky sense of identity, according to a leading neuroscientist.

[…]

Social networking sites can provide a “constant reassurance – that you are listened to, recognised, and important”. […] This was coupled with a distancing from the stress of face-to-face, real-life conversation, which were “far more perilous … occur in real time, with no opportunity to think up clever or witty responses” and “require a sensitivity to voice tone, body language and perhaps even to pheromones, those sneaky molecules that we release and which others smell subconsciously”.

Good point!