Arquivo da tag: Facebook

Pensando naquele história da Cambridge Analytica …

… sendo involvida em fraudes com os dados de 50 milhões de usuários do Facebook, eu me pergunto seriamente o que as pessoas pensavam que seria o modelo de negócios desta rede social?

Facebook coleta seus dados e os vende para pessoas que pretendem fazer algo com eles. Ponto final.

Usar 50 milhões de registros de dados para propaganda eleitoral e fins manipulativos não é um “abuso de dados”, mas simplesmente um resultado do modelo de negócios do Facebook.

Não é um “efeito colateral”, mas o modelo em si.

Por que então tamanho espanto?

Imagem

Fading away …

fading away
Via The Meta Picture

Virtueller Spickzettel

Durch mich fließt ein nicht abreißender Info-, Anreißer- und Teaser-Strom, der mein früheres Halbwissen durch ein Fake-Wissen ersetzt hat: Überall rede ich mit, denn das Internet, insbesondere der Social-Media-Feed, ist ein fortlaufender, sich ständig selbst aktualisierender Spickzettel.

Hauptsache, man gibt seinen Senf dazu. Selbst zu Dingen, die man nicht kennt…

Sobre a falta do olhar alheio …

Nosso cérebro está adaptado para interagir face-a-face com os outros – nesse tipo de conversa recebemos uma série de informações em tempo real, se estamos agradando, se a pessoa está brava, triste, feliz, e assim ajustamos o conteúdo e também a forma de nosso discurso de forma automática e inconsciente. Isso não apenas porque queremos agradar, mas também porque ver o sofrimento do outro nos incomoda, refreando certos impulsos. Quando não temos esses freios sociais, funcionamos – em parte – como os verdadeiros psicopatas. Essas pessoas têm dificuldade para reconhecer adequadamente as emoções negativas nas expressões faciais; e são incapazes de sofrer quando vêem alguém sofrendo, por carecerem de empatia. Ora, nas redes sociais somos todos assim: não vemos as expressões de nossos interlocutores, tanto pela invisibilidade como pela assincronia do diálogo. E sem esse feedback, não sofremos com a dor alheia, já que não a testemunhamos diretamente.

Creio que essa é a grande razão para tantas pessoas assumirem atitudes antissociais diante de uma tela e um teclado, …

Trecho do artigo: “Psicopata é você!” Vale a pena ler por inteiro.

Heinz Erhardt Reloaded

Täglich fließt die Timeline fort.
Von hier nach dort, zu keinem Ort.
Sie steht nie still, auch sonntags nicht
und wenn’s mal in der Birne sticht,
kann man was posten, gar verfassen.
Man kann’s aber auch bleiben lassen.

Täglich fließt der Bach durchs Tal.
Mal fließt er breit, mal fließt er schmal.
Er steht nie still, auch sonntags nicht,
und wenn mal heiß die Sonne sticht,
kann man in seine kühlen Fluten fassen.
Man kann’s aber auch bleiben lassen.
(Heinz Erhardt, “Der Bach”)

Predictions for Privacy in the Age of Facebook (from 1985!)

Mark Zuckerberg wasn’t even a year old when a graduate student foresaw the emergence of online personal profiles:

The ubiquity and power of the computer blur the distinction between public and private information. Our revolution will not be in gathering data — don’t look for TV cameras in your bedroom — but in analyzing information that is already willingly shared.
[…]
Without any conspiratorial snooping or Big Brother antics, we may find our actions, our lifestyles, and even our beliefs under increasing public scrutiny as we move into the information age.
[…]
Soon celebrities and politicians will not be the only ones who have public images but no private lives — it will be all of us. We must take control of the information about ourselves. We should own our personal profiles, not be bought and sold by them.

Lawrence Hunter, 1985

Quotes found in Matt Novak’s article on Smithsonian Magazine. Worth reading.

Was treibt Ihr eigentlich auf Facebook?

Ach, Ihr seid “post privacy“? Kinder, jedes mal wenn ich künftig diesen Blödsinn höre, erschieße ich ein Küken. Das hat der Herr Zuckerberg nämlich extra für Torfsammler wie Euch erfunden. Das ist nicht cool und nicht Kult, hat weder Hand noch Fuß, sondern ist ein dreister PR-Gag, mit dem Millionen dazu gebracht werden sollen, ihr Innerstes nach außen zu kehren, damit andere das zu Geld machen. Ihr seid der Schlachtabfall, aus dem Facebook sein berühmtes Hundefutter produziert. Dabei könnt Ihr die Hunde nicht einmal leiden, die sich diese Leckerlis schmecken lassen. Ihr würdet sie sogar fürchten, hättet ihr euer Hirn nicht gleich mit in den Fleischwolf geworfen.

Und, springt der Reflex schon an? “Alles Blödsinn”? “Gequatsche eines Gestrigen”? “Man kann ja doch nichts machen”? “Es sind doch alle da”? “Ich habe nichts zu verbergen”?

Klickstdu hier oder hier.

Kognitive Dissonanz

“Toll, alle meine Freunde, ich bin vernetzt und beliebt. Doof irgendwie, mit dem Datenschutz, aber naja, die anderen machen das doch auch. Hey super, die Susi hat mir was geschrieben. Gesichtserkennung, hm, vielleicht ja ganz witzig, aber irgendwie fühl ich mich auch unwohl damit. Oh guck mal, der Tobi macht ne Party! Mensch, wolltet ihr mir nicht beim Umzug helfen, wo wart ihr denn? Och nö, schon wieder so ein Stalker, was kann man denn da machen? Hehe, witzig, was da jemand wieder gepostet hat, like ich doch glatt mal. Mann, die Werbung geht mir langsam echt auf den Sack, ich dachte, die wär personalisiert?! Ich bin ganz freiwillig hier, es ist meine eigene Entscheidung. Aber wenn ich den Account zumachen würde, würde ich schon Bekannte verlieren, und würde auch gar nicht mehr mitbekommen, was los ist. Ekliger Typ eigentlich, dieser Zuckerberg. Hey, die Susi hat Fotos gepostet, richtig schöne! Oh, schon halb fünf?!”

Der sanfte Facebook-Totalitarismus, aber ganz freiwillig, nur ein ganz bisschen Gruppendruck.

Auszug aus einem Kommentar von “rarara”, Juni 2011

Argumentos para deletar sua conta no Facebook

(Nada copiado da net mas um resumo individual … )

À primeira vista, o facebook é bem prático: você pode navegar, deixar comentários, bater um papo, fazer upload de fotos e vídeos, e ficar horas e horas por aí, viajando pelos perfis de outros. Mas, no fundo, tudo isso é um grande desperdício de tempo. Será que realmente vale a pena?

Na minha opinião, a maioria das informações que você encontra nos murais e nas fotos não passa de algo pitoresco ou até mesmo brega.

Quanto à função de comentários: prefiro me comunicar com as pessoas de que gosto por e-mail, messenger ou telefone. Na melhor das hipóteses, eu as encontro em um evento qualquer para falar com elas pessoalmente. E as fotos? Sejamos sinceros: aquelas fotos de festas e festinhas, de viagens e viagenzinhas, de comidas e comidinhas, de gatos e gatinhas são cansativas, causam mais do que tédio. Nem falar das inúmeras imagens de auto ajuda, nem falar das polémicas políticas visuais, sem contexto algum. Realmente duvido se adiante comentar, ou “compartilhar”, ou “curtir” algo assim. Mas, caso você seja um fotógrafo amador, querendo publicar fotos individuais de verdade, eu considero sites como flickr ou picasa uma opção bem mais adequada.

Tudo bem – seja como for – fora isso, você ainda poderia usar o facebook somente como ferramenta de comunicação ou de planejamento de eventos, correto? Bom, acontece que essa plataforma virtual é uma tentativa séria de monopolizar e centralizar a comunicação on-line. Nesse ramo, ela já eliminou muitas formas de diversidade virtual que existiam antes de ela mesma se tornar popular. Também se trata de uma máquina gigantesca de publicidade dirigida, sem mencionar que é uma fonte de dados incrivelmente rica para empresas de marketing, corporações, instituições de pesquisa e controle público. Usando somente uma plataforma, você facilita para ela a obtenção de dados, em vez de usar sites pessoais múltiplos, servidores ou clientes de e-mail particulares e de diferentes tipos de empresas. No segundo caso, seus dados pessoais não serão tão fáceis de acessar, analisar e abusar.

Mas, por que você deveria precisar de tanta privacidade? Talvez nem precise mesmo! Aliás, sem querer soar assombroso ou instigar teorias de conspiração, por favor considere que o tal facebook é um sistema que, em mãos erradas, é capaz de monitorar pessoas e empregar formas de censura. Quanto mais importante uma rede social como essa se torna, mais dependente seremos dela para fornecer informações aos outros, contatar amigos, trocar ideias e tudo mais. No fundo, se trata somente de um recurso gigantesco, não somente para empresas, mas também para outras instituições obterem dados com a intenção de não apenas analisar mas influenciar a opinião pública.

Por falar nisso:

Delete a conta – caso meus argumentos tenham sido convincentes – use seu e-mail, use outros aplicativos de chat e sites para se comunicar, para expressar a sua opinião, para divulgar fotos ou o que mais você desejar.

Caso tudo acima não tenha sido convincente, sugiro que pesquise as configurações da sua conta e que a use com cautela e moderação.

Offline 1

Notiert am 05.06.2010

Auf einer kleinen überdachten Veranda an diesem angenehm kühlen, verregneten Samstag die großblättrigen subtropischen Gewächse eines Gartens zu bewundern, der ständig von urwüchsiger Mata Atlântica “bedroht” wird, und dabei einen Laptop ohne Internet-Zugang auf dem Schoß zu haben, ist eine klärende Erfahrung. Der Laptop wird zur Schreibmaschine, der Schreiber ist kein Blogger, Tweeter, Forist, Surfer, sondern ein Individuum ohne virtuelle Resonanz, ohne “Öffentlichkeit”, ohne das mögliche, aber nicht unbedingt wahrscheinliche Feedback anderer, also ohne den “Spiegel”, den er sich selbst laufend vorhält, wenn er sich einloggt.

Wäre unser Ego nicht so gestrickt, dann würde es vieles im Internet nicht geben: so viele sinnlose Posts, so viele blödsinnigen, nichtssagenden Kurz-Kommentare auf Twitter oder Facebook, oder wo auch immer. Und dieser Text ist halt auch nicht so, wie er wäre, wenn es sich um eine persönliche Tagebuch-Notiz handeln würde; er verschwindet nicht in einer Schublade: jene dubiose Öffentlichkeit, die mir in diesem zauberhaften Augenblick mangels einer nicht vorhandenen Internet-Verbindung “versagt” ist, beeinflusst genau eben das, was ich gerade schreibe. Schließlich nehme ich die “Schreibmaschine” morgen mit nach Hause, um das “hässliche analoge Entlein” wieder in einen “digitalen Schwan” verwandeln zu können. Oder so ähnlich …

Kurz: ja, ich bin eitel! Ich poste nicht nur, weil ich gerne schreibe, sondern eben auch deshalb, weil ich mir wünsche, dass andere lesen mögen, was ich hier gerade herunter tippe.

Machen wir uns nichts vor: welchen anderen Sinn könnte ein Blog haben?