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(Un-)freundliche Vereinnahmung

Was die insgesamt zu beobachtende Zunahme der traditionell christlich überformten Ritualisierung angeht, könnte man mit den Schultern zucken und auf die nächsten Generationen hoffen. Das ist die optimistische Sicht der Dinge – allerdings bleibt die Sorge berechtigt, dass die neuen, alten Rituale in Wirklichkeit nur eine Angstreaktion auf eine zerbröselnde Gesellschaft sind. Schüler mit ein bisschen Kreationismus, Strafarbeiten, dem Vaterunser und naiv-delirösen Gesängen auf die Realität dieser Gesellschaft vorbereiten zu wollen – das ist in jedem Fall eine Kette peinlicher Vorfälle.

Markus Hammerschmidt über religiöse Auswüchse an einer staatlichen Grundschule.

Cercado Por Imbecis

Porque alguns de nós (inclusive eu) agimos como imbecis quando dirigimos? Caminhando numa calçada repleta de gente, não sinto a necessidade urgente de empurrar os pedestres ao meu redor, quando eles interditam meu caminho. (Tudo bem, às vezes eu sinto tal necessidade, mas eu não o faço). Na verdade, aprecio a experiência de caminhar em uma calçada urbana movimentada. Pode até ser agradável observar as pessoas e desfrutar das cenas e do ambiente sonoro de uma cidade, enquanto percorro meu trajeto de A a B.

No entanto, atrás do volante do carro, as coisas são diferentes. Quando dirigimos, não enxergamos os outros como pessoas. Nós os enxergamos como competidores numa corrida imaginária para lugar nenhum. Se alguém o ultrapassa ou o corta, você considera a ação como um ataque pessoal ao seu caráter e à sua liberdade. A resposta será imediata e desproporcional. Isso sem mencionar pedestres e ciclistas. Eles são vistos como cidadãos de segunda classe, não parecem aptos o suficiente para dirigir um carro e são tratados como meros obstáculos. O ambiente percebido ao redor dos motoristas, e até a cidade em si, desaparece na obscuridade e se torna apenas uma distração na reta final de uma corrida frenética.

"Os Imbecis e EU!" (Fonte: progressivetransit.wordpress.com)

É impressionante (até assustador) como o carro, sendo o nosso meio preferido de transporte, é capaz de causar efeitos tão profundos em nossas personalidades. Há muitos motivos psicológicos para isso:

– Duas toneladas de aço nos fazem sentir mais seguros do que realmente somos.

– Não enxergamos as pessoas que conduzem os outros carros, nós as percebemos como objetos inanimados.

– Não somos capazes de nos comunicar. Nós, seres humanos, os criadores da língua moderna, da literatura, da filosofia e da ciência, estamos sendo reduzidos a resmungos e gestos a partir do momento em que entramos num carro. O som da buzina pode significar “desculpe” ou “sai da frente, seu FDP !!!”.

– Nós enlouquecemos com o poder. Consigo atingir uma velocidade de 100 km/h em poucos segundos, mas “a fera” fica presa em congestionamentos que impedem a sua libertação. Como os ambientalistas, ciclistas e outros ousam limitar a minha liberdade a 60, 100 ou 120 km/h?

– Nós nos sentimos desconectados da nossa cidade. Dirigimos de A a B e só estamos aqui por causa das ruas. Toda aquela tralha (semáforos, faixas de pedestre, crianças, ciclistas, animais) atrapalha e precisa sair do caminho.

Tal comportamento não nos leva a lugar algum. Como podemos aprender a cooperar, se a presença de outros cidadãos nos irrita tanto? Como criamos comunidades no espaço urbano, se há tanto ódio fluindo pelas veias das nossas cidades? Mas não recrimino os motoristas por esbravejarem. Quando não existem outras opções para o transporte, eles parecem presos na armadilha da direção.

Texto original de Derek Edwards: “Surrounded By Jerks”, em Progressive Transit.
Tradução: Peter Hilgeland

A fim de diminuir a pressão, o autor deste texto resolveu morar próximo ao seu local de trabalho e aumentou o uso da bicicleta como meio de transporte. Resultado: ele dirige menos, mas quando usa o carro, sente-se mais tolerante em relação aos outros e é capaz de enfrentar um engarrafamento com dignidade.

Post Scriptum (25.05.2013)
Acabei de achar um outro texto que trata do mesmo assunto, o foco é “mais amplo”, é um ótimo complemento do post acima: “O trânsito, uma metáfora da vida”, do blog de Leo Rossatto.

Öffentlich, privat, oder was?

Das typische Symptom neoliberaler Beraubung besteht darin, dass der öffentliche Raum nicht mehr als ein positiver Raum definiert wird, der den Individuen Ressourcen bereitstellt, über die sie alleine nicht verfügen. Der Staat und alles was zum öffentlichen Raum gehört, wird nicht mehr als ein Versorger und Ermöglicher gesehen, sondern ausschließlich als eine Verbotsinstanz.

Dem entspricht eine Umkehrung des Appell-Typus gegenüber den Individuen. An sie wird von von der Öffentlichkeit nicht mehr appelliert in einem Sinn, der ihnen etwas Neues ermöglicht. “Jetzt nimm dich mal zusammen und sei ein bisschen eleganter als sonst, denn jetzt bist du in der Öffentlichkeit.” Das wäre in etwa die klassische Anrufung des italienischen Platzes in der Renaissance.

Heute hingegen dreht sich der Appell dann um und spricht die Individuen nur noch als Privatpersonen an, nicht als öffentliche Rollen;, nicht mehr als Citoyens, sondern nur noch als Bourgeois oder als Idioten im Sinn der griechischen Polis, die nur noch ihre Privatbelange pflegen.

Das ist das Gefährliche, wo sich eine narzisstische Kulturentwicklung mit einem Repressivwerden des Staats paart.

Robert Pfaller, gefunden auf TELEPOLIS.

Homo Virtualis?

Es gibt sie ja, die klassischen Homos. Da haben wir zum Beispiel den Dahrendorfschen Homo Sociologicus, oder den Homo Typographicus, The Gutenberg Galaxy sei Dank! Ganz zu schweigen vom Homo Politicus und seinem grossen Bruder, dem Homo Oeconomicus.

Und falls man Spass an lateinischen Wortschöpfungen hat, so könnte man die Reihe wohl beliebig fortsetzen. Ist der Homo Typographicus also der vom Buchdruck geprägte Mensch, so mag der Homo Canis wohl jemanden umschreiben, der lieber mit dem Hund spazieren geht als Verwandte zu besuchen oder im Internet zu surfen. Oder so ähnlich …

Ahnen Sie was kommt? Richtig, da fehlt doch einer! Der vom Internet Geprägte, sozusagen. Hierzu sei vorab bemerkt, dass die Wahl der Überschrift spontan erfolgte: Homo Virtualis eben. Gut, dachte ich, spontan ist nicht genug. Ich hakte also nach und googelte ein wenig.

Sie werden staunen, was man zu diesem Begriff so alles finden kann. Oder auch nicht. Man möge es mir verzeihen, wenn ich mich auf 5 anonym gehaltene Ausdrücke und Schlagworte beschränke, ohne Links zu kleben:

“Ich bin eine digitale Skulptur” (Detail eines Facebook-Profils)
“Stammzellentherapie”
“Virtual Learning”
“Why humans love virtual business and social interactions and why Homo Sapiens is about to become Homo Virtualis …”
“Der reale Ressourcenhunger der virtuellen Ökonomie” (?)

Wie dem auch sei, nach drei Google-Seiten spürte ich dann plötzlich den unwiderstehlichen Drang, mit meinem Hund eine Runde um den Block zu machen.

Critérios para escolher um amigo

Primeiro, ficar alegre com a minha alegria. Pessoas invejosas, críticas e destrutivas não nos ajudarão na nossa sanidade e dignidade.

Segundo, aceitar o meu “não”. Amigos controladores, que querem me submeter e não aceitam minha autonomia, vão atrapalhar meu equilíbrio emocional.

Terceiro me ajudar a conviver com minhas fraquezas em vez de estar o tempo todo me criticando. Amigos que se arvoram em ser meus educadores, terapeutas e guias espirituais acabam minando minha auto-estima e dificultando minha aceitação como pessoa humana, o que é essencial para minha felicidade.

Antonio Roberto Soares

E vice-versa: Não adianta esperar aquilo de um amigo sem poder cumprir o mesmo.