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Papo de Caipira? Proseando com Navegantes

Apesar da convicção que tenho de que a maioria dos que acessam a Internet acabam se familiarizando com essa incrível ferramenta que tem a pretensão (e não só pretensão!) de, ao ser acionada através de um simples toque no mouse, fazer explodir na telinha à nossa frente um mundo de informações, etc, tudo isso sem que seja preciso que tiremos a bunda da cadeira, não resisto e exponho o que se segue:

– vá lá que parte dessas informações possam ser falaciosas, impertinentes, reticentes, mentirosas e de cujas abordagens podemos até discordar frontalmente;

– vá lá que o nosso espírito curioso e investigativo junto a este mundo virtual (mas nem tanto!) nos conduza a um sedentarismo e aos prejuízos que este comportamento nos traz;

– vá lá, ainda, que esta enxurrada de páginas, blogues, sites, e-mails, canais sociais, tudo isso nos deixe, por vezes, feito baratas tontas defronte à telinha;

– vá lá, inclusive, que eu, neste momento, possa estar falando apenas de mim — do meu comportamento defronte à telinha — e de mais ninguém;

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Genésio dos Santos, caipira, nascido em 1952 em Itapetininga — SP, filho de ferroviário, tem diploma de Curso de Telégrafo, é poeta e cronista e, acrescente-se, hoje é também um bicho urbano adaptado e aprendiz de blogueiro (em suas próprias palavras).

“Sind Sie noch da?”

Es ist ja nun wirklich die große Frage, ob der Sinn des Lebens, das Glück dieser Erde eher in der langen und zähen Lektüre dicker Bücher, dem meditativen Moment des kontinuierlichen und bildenden Lesens oder im wilden Herumklicken, im wirren Aneinanderreihen einzelner Gedankenschnipsel aus Onlinetexten besteht, denn wie neuerdings wiederum eine Nachricht die Runde machte, wird in Deutschland, dem Lande von Stirnarbeitern wie Thomas Mann und Immanuel Kant, die ungeübten Lesern freilich zunächst sperrig und reichlich kompliziert in Satzbau und Ausdruck scheinen mögen und nach wortreichen Einschüben stets zum Wiederfinden des verlassenen Gedankenfadens auffordern, immer mehr Menschen die Diagnose der sattsam bekannten psychischen Störung “ADHS” gestellt, einer Krankheit, die es den Betroffenen kaum ermöglicht, länger als wenige Augenblicke gedanklich im gleichen Pfad sich zu bewegen, die vielmehr ein mentales Umherspringen, ein assoziatives Sperrfeuer nicht enden wollender Aufmerksamkeitsveränderung bedeutet, der Beständigkeit, ja Beharrlichkeit ganz und gar fremd ist, und die dennoch nicht gänzlich unkritisch von den hiesigen Medien beäugt wird, heißt es doch, das Problem sei teils hausgemacht, viele Diagnosen entsprächen nur einem in gewissen Altern durchaus natürlichen Bewegungs- und Kreativitätsdrang, hier sollten gleich einer Baumschule unerwünschte Auswüchse zurechtgestutzt werden, um den Anforderungen einer Gesellschaft Rechnung zu tragen, die – hallo? Sind Sie noch da? Wofür schreibe ich das eigentlich, Sie nichtsnutzige Internetblutsauger! Da will man einmal anspruchsvollen Internetjournalismus bieten und schon treibt sich die Userschar wieder in den üblichen Netzwerken herum. Ja, ja, machen Sie nur, Sie werden ja sehen, was Sie davon haben! Sie Nulpe! Ach, Sie sind noch hier? Na dann: grüß Göttchen.

Titanic Newsticker (31.01.2013), frisch geschnipselt und geklebt.

Predictions for Privacy in the Age of Facebook (from 1985!)

Mark Zuckerberg wasn’t even a year old when a graduate student foresaw the emergence of online personal profiles:

The ubiquity and power of the computer blur the distinction between public and private information. Our revolution will not be in gathering data — don’t look for TV cameras in your bedroom — but in analyzing information that is already willingly shared.
[…]
Without any conspiratorial snooping or Big Brother antics, we may find our actions, our lifestyles, and even our beliefs under increasing public scrutiny as we move into the information age.
[…]
Soon celebrities and politicians will not be the only ones who have public images but no private lives — it will be all of us. We must take control of the information about ourselves. We should own our personal profiles, not be bought and sold by them.

Lawrence Hunter, 1985

Quotes found in Matt Novak’s article on Smithsonian Magazine. Worth reading.

Strafarbeit

Quelle: gidf.de

Den Bock zum Gärtner machen:

Rainer Unsinn

Digitale Demenz? Immer schlimmer!

Die Aufmerksamkeitsspanne! Der Digitalnutzer! Wird immer kürzer. Sagt ein Wissenschaftler. Nein, ein Wissenschaftler! Nur noch Häppchen werden wahrgenommen. Das Kurzzeitgedächtnis: wie ausgelöscht! Ja, ausgelöscht. Nein, das Kurzzeitgedächtnis. Es werden immer nur die ersten drei Wörter eines Satzes – die ersten drei! Und danach ist alles vergessen. Ist ja auch egal. Was gibt’s sonst Neues? Ach so: Eine Studie über digitale Demenz ist da! Stimmt, find’ ich auch langweilig. Was ist eigentlich bei Facebook los? Ich bin durstig. Oder hungrig. Ein paar Häppchen wären jetzt schön. Mhm, Häppchen. Und sonst so? Aufs Klo könnte ich auch wieder mal. Oder war ich nicht schon Montag? Nein, heute ist ja heute. Wann wohl der Peter aus der Kriegsgefangenschaft kommt?

Titanic-Newsticker, 28.08.2012

Game Over …


Aus der schlechtesten aller möglichen Welten.

Argumentos para deletar sua conta no Facebook

(Nada copiado da net mas um resumo individual … )

À primeira vista, o facebook é bem prático: você pode navegar, deixar comentários, bater um papo, fazer upload de fotos e vídeos, e ficar horas e horas por aí, viajando pelos perfis de outros. Mas, no fundo, tudo isso é um grande desperdício de tempo. Será que realmente vale a pena?

Na minha opinião, a maioria das informações que você encontra nos murais e nas fotos não passa de algo pitoresco ou até mesmo brega.

Quanto à função de comentários: prefiro me comunicar com as pessoas de que gosto por e-mail, messenger ou telefone. Na melhor das hipóteses, eu as encontro em um evento qualquer para falar com elas pessoalmente. E as fotos? Sejamos sinceros: aquelas fotos de festas e festinhas, de viagens e viagenzinhas, de comidas e comidinhas, de gatos e gatinhas são cansativas, causam mais do que tédio. Nem falar das inúmeras imagens de auto ajuda, nem falar das polémicas políticas visuais, sem contexto algum. Realmente duvido se adiante comentar, ou “compartilhar”, ou “curtir” algo assim. Mas, caso você seja um fotógrafo amador, querendo publicar fotos individuais de verdade, eu considero sites como flickr ou picasa uma opção bem mais adequada.

Tudo bem – seja como for – fora isso, você ainda poderia usar o facebook somente como ferramenta de comunicação ou de planejamento de eventos, correto? Bom, acontece que essa plataforma virtual é uma tentativa séria de monopolizar e centralizar a comunicação on-line. Nesse ramo, ela já eliminou muitas formas de diversidade virtual que existiam antes de ela mesma se tornar popular. Também se trata de uma máquina gigantesca de publicidade dirigida, sem mencionar que é uma fonte de dados incrivelmente rica para empresas de marketing, corporações, instituições de pesquisa e controle público. Usando somente uma plataforma, você facilita para ela a obtenção de dados, em vez de usar sites pessoais múltiplos, servidores ou clientes de e-mail particulares e de diferentes tipos de empresas. No segundo caso, seus dados pessoais não serão tão fáceis de acessar, analisar e abusar.

Mas, por que você deveria precisar de tanta privacidade? Talvez nem precise mesmo! Aliás, sem querer soar assombroso ou instigar teorias de conspiração, por favor considere que o tal facebook é um sistema que, em mãos erradas, é capaz de monitorar pessoas e empregar formas de censura. Quanto mais importante uma rede social como essa se torna, mais dependente seremos dela para fornecer informações aos outros, contatar amigos, trocar ideias e tudo mais. No fundo, se trata somente de um recurso gigantesco, não somente para empresas, mas também para outras instituições obterem dados com a intenção de não apenas analisar mas influenciar a opinião pública.

Por falar nisso:

Delete a conta – caso meus argumentos tenham sido convincentes – use seu e-mail, use outros aplicativos de chat e sites para se comunicar, para expressar a sua opinião, para divulgar fotos ou o que mais você desejar.

Caso tudo acima não tenha sido convincente, sugiro que pesquise as configurações da sua conta e que a use com cautela e moderação.

Wozu twittern?

Frage mich gerade zum ersten Mal, dafür aber ernsthaft, ob ich mein Twitter-Account nicht löschen sollte. Ich meine, was soll der Quatsch mit dem Link-Posten, Retweeten, Weisheiten-von-sich-geben, Zitieren, dem Follower-und-Following-Shit?

Wozu?

Um Informationen zu erhalten und weiter geben zu können? Das geht auch anders. Es gibt schließlich Suchmaschinen.

Oder – noch besser – um soziale Kontakte zu “pflegen”? So wie auf Facebook, was?

Give me a break! Habe ich nichts Besseres zu tun?

Da meine Bedenken for now nicht von der Hand zu weisen sind, es aber gleichzeitig unratsam wäre, aus einem momentanen Gefühl heraus zu handeln, scheint es angemessen, das Ganze noch mal zu überschlafen …

Setze bis dato also weiterhin einen Fuß in die Timeline …

Leitor sem cabeça:

Fonte: Der Freitag.