Nuts And Bolts

Progress, under whose feet the grass mourns and the forest turns into paper from which newspaper plants grow, has subordinated the purpose of life to the means of subsistence and turned us into the nuts and bolts for our tools.

Karl Kraus (1874 – 1936), Austrian satirist

Dear Friends on Facebook …

… I’d like to inform you that I’m about to take a great step forward and to delete my account very soon, for real. Some of you might find my decision some kind of strange or even weird, am I right? Anyway, it’s not in my intention to bother you with my reasons for quitting. There are so many of them. Though I’m aware that facebook can be a useful tool in certain aspects of our digital life, the decision to quit gives me a pleasant sensation of slight joy and relief.

Let’s just say I’m following my guts.

So, thank you all for your company over (t)here. Hope we’ll meet again on the web, by email, by talking or sending text messages on the phone, or even on a personal encounter in “real circumstances”.

Stay tuned, enjoy life!

It’s just that simple:

Photo Credit: Hugh MacLeod (gapingvoid.com)

Image Credit: Hugh MacLeod (gapingvoid.com)

Der Mutter zur Hand

Der Mann als Vater hat ganz offensichtlich in den Augen gewisser Männer und Frauen keine eigene, selbstständige Beziehung zu seinem Kind. Er „geht der Mutter zur Hand“, wenn er das Kind betreut. Wäre ich ein Mann, so machte mich ein solch vergiftetes Lob unglaublich wütend. Warum ist es für diese Leute offenbar unmöglich, die Beziehung eines Mannes zu seinem Kind, seine Vaterschaft, als etwas Eigenständiges und Wertvolles anzuerkennen, das nicht durch die Mutter vermittelt ist und werden muss?

Um weitere Missverständnisse auszuschließen: Ich vertrete hier nicht die Position derjenigen, die lautstark „Väterrechte“ einklagen (nicht selten verbunden mit Tiraden gegen den “Feminismus”, von dem sie keine Ahnung haben). Gerade die Reduktion der Vaterschaft auf das „Recht am Kind“ ist Teil der symbolischen Ordnung, die Männer von ihren Kindern und ihrer Vaterschaft entfremdet. Wo der Vater seine Beziehung zum Kind als „Hilfskraft“ der Mutter beginnt, muss es zwangsläufig zu jenem Entfremdungsprozess kommen, der in so vielen schmerzlichen Fällen dazu führt, dass Vater und Kind einander verlieren. Männer also müssten meiner Überzeugung nach darauf beharren, dass ihre Vaterschaft in der Öffentlichkeit, im Berufsleben und im sozialen Umfeld als bedeutender Einschnitt anerkannt und gewürdigt wird. Es braucht Bilder vom Vater, der nicht weiter am Rande steht, wie Joseph (der sich zu einer Vaterschaft bekannte, obwohl er nicht gezeugt hatte) auf jedem traditionell ikonographischen Bild der “Heiligen Familie”. „Der Vater und das Kind“ – diese Beziehung müsste viel häufiger dargestellt, in ihrer Vielfalt erzählt und gedeutet werden, um die symbolische Ordnung zu ändern. Das Problem als Rechtsfrage zu betrachten, führt dagegen in die Sackgasse, weil es die Beziehung zum Kind weiterhin und vor allem als Machtfrage denkt. Das weist nur zurück auf jenem „abwesenden Vater“, der das „Gesetz des Vaters“ symbolisiert, aber beziehungsunfähig und lieblos bleibt.

Jutta S. Pivecka

Ponto Zero

pointcircle

A natureza de um processo depende do seu ponto zero.

A natureza desse ponto vai determinar a qualidade do pensamento e a quantidade de ação, enquanto capacidade de esforço, perseverança (força de conservação, tal como Newton descreve em seus Scholia) e empenho na existência (do Ser).

Aqui entendemos que o ponto zero é a referência interna do espaço em que se movimenta a consciência. Essa medida interna do tempo orienta o eixo de ação da consciência. Do ponto, surgem todas as variáveis geométricas. Do ponto surge a linha, a superfície e os sólidos geométricos.

O papel peculiar do ponto é que ele tem zero dimensões; o fato oculto do ponto zero é que ele inclui nada e tudo; a parte curiosa é que sem ele nada parte e apenas a partir dele tudo se forma.

A natureza do ponto zero é ser potencial, por isso ele envolve todo o infinito. Há uma aparente oposição entre o zero e o infinito, uma vez que se estamos conjugando o zero a partir de um ponto, como pensar o infinito antes dele?

O que parece ser dual é, na verdade, condição de necessidade. O infinito se apresenta como infinitas funções de probabilidades que coexistem no ponto. Por ele ainda não ser nada, poderia vir a ser tudo. O ponto enquanto condição zero retém o vir-a-ser, não desaparecendo quando atinge seu fim ideal, uma vez que, topologicamente (em seu sentido espacial – res extensa), ele conserva em si a origem da ação- a Ideia (res cogito).

Então, não é que Pitágoras chamou Deus de Geômetra!

Luciano Fiscina

Schon erstaunlich …

… wie sehr wir dazu neigen,
Euphorie und Glück
in einen Topf
zu werfen.

Von der Freude ganz zu schweigen.

Just wondering …

What an astonishing thing a book is. It’s a flat object made from a tree with flexible parts on which are imprinted lots of funny dark squiggles. But one glance at it and you’re inside the mind of another person, maybe somebody dead for thousands of years. Across the millennia, an author is speaking clearly and silently inside your head, directly to you. Writing is perhaps the greatest of human inventions, binding together people who never knew each other, citizens of distant epochs. Books break the shackles of time. A book is proof that humans are capable of working magic.

Carl Sagan

Papo de Caipira? Proseando com Navegantes

Apesar da convicção que tenho de que a maioria dos que acessam a Internet acabam se familiarizando com essa incrível ferramenta que tem a pretensão (e não só pretensão!) de, ao ser acionada através de um simples toque no mouse, fazer explodir na telinha à nossa frente um mundo de informações, etc, tudo isso sem que seja preciso que tiremos a bunda da cadeira, não resisto e exponho o que se segue:

- vá lá que parte dessas informações possam ser falaciosas, impertinentes, reticentes, mentirosas e de cujas abordagens podemos até discordar frontalmente;

- vá lá que o nosso espírito curioso e investigativo junto a este mundo virtual (mas nem tanto!) nos conduza a um sedentarismo e aos prejuízos que este comportamento nos traz;

- vá lá, ainda, que esta enxurrada de páginas, blogues, sites, e-mails, canais sociais, tudo isso nos deixe, por vezes, feito baratas tontas defronte à telinha;

- vá lá, inclusive, que eu, neste momento, possa estar falando apenas de mim — do meu comportamento defronte à telinha — e de mais ninguém;

Continuar lendo …

Genésio dos Santos, caipira, nascido em 1952 em Itapetininga — SP, filho de ferroviário, tem diploma de Curso de Telégrafo, é poeta e cronista e, acrescente-se, hoje é também um bicho urbano adaptado e aprendiz de blogueiro (em suas próprias palavras).

Imagem

Someday …

65someday

Don’t insist on English!

First of all:

I know what you’re thinking. You think I’ve lost my way, and somebody’s going to come on the stage in a minute and guide me gently back to my seat.

Never mind … Mrs. Ryan is just warming up. It’s about learning English. There are many ways to do so. The question is: for what purpose?

And I want to remind you that the giants upon whose shoulders today’s intelligentsia stand did not have to have English, they didn’t have to pass an English test. Case in point, Einstein. He, by the way, was considered remedial at school because he was, in fact, dyslexic. But fortunately for the world, he did not have to pass an English test. Because they didn’t start until 1964 with TOEFL, the American test of English. Now it’s exploded. There are lots and lots of tests of English.

That’s the point. Does TOEFL always make sense, like all the others?